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November 29 para mim tanto me faz - versao da veruPara mim tanto me faz
Para mim tanto me faz
Acabou, o dia de aulas Não vale a pena fingir que tu gostas Não posso mais Ficar na sala Tu tás dormir e eu sofro cá
Acabou, tamos alegres Curtimos o mundo Quando há amigos Eu já fumei Vamos embora Olha o pessoal tá quase lá
Querem ficar aqui a olhar? Vamos todos para algum bar!
(refrão) Para mim tanto me faz Se tenho notas boas ou notas más Às aulas das oito Eu é que nunca vou Yeeee... Para mim tanto me faz
Já não vou voltar atrás
Não volto mais Não tenho tempo Até gostei de ti mas foste um contratempo Sinceramente, tu pouco bebes Não percebes que eu vou
Querem ficar aqui a olhar? Vamos todos para algum bar!
(refrão)
(...)
Não volto mais Não tenho tempo
November 24 rui zink!
November 06 galinhaeste conto tamos a traduzir nas aulas...vejam se gostam
Uma Galinha
Clarice Lispector
November 02 coração partido....parte-me coração que não vos posso ver! queria tar em braga com o pessoal todo....erasmus, brasileiros e portugueses :) eramus um grupinho mesmo fixe! que merda de distância!
um dia vou cagar nisto tudo e vou mudar para portugal! que se foda, não é? :) November 01 trabalho 3.parteEstudos comparados interculturais
O desenvolvimento do mundo e das economias nacionais permite-nos conhecer literaturas novas. Várias nações demonstram os seus interesses por literaturas estrangeiras, não necessariamente europeias ou norte-americana como era antes. Os autores examinam as influências que tem a sociedade e a económica à literatura. O próprio nome desta disciplina literária, a literatura comparada, vem da Europa e não pode ser implantado sobre as literaturas orientais. É um método novo e ainda fica quase tudo para fazer. Falta determinar qual é o tertium comparationis, o princípio da comparação. Por exemplo, quando queremos perceber as marcas da literatura grega no romantismo, a comparação é complicada por causa das relações interculturais. Não há nenhuma fronteira clara entre elas mas podemos fazer umas distinções arbitrárias e ideológicas.
Influências interculturais
Segundo Dionyz Ďurišin, a influência entre as literaturas não é só que uma envia alguma coisa à outra mas, também, que a outra pode escolher qualquer coisa na primeira e adaptá-la como a sua. «Quando uma nação ou uma cultura detêm o poder, ou um certo prestígio cultural, os escritores das outras nações ou das outras culturas ficam predispostos para a recepção.»[1] Por exemplo, a China teve influência ao Japão e a Coreia. Pelo contrário, nem o Japão, nem a Coreia não passaram nada à China. Todavia a China recebeu o budismo e a sutra da Índia, que não foi minimalmente influenciada pela China. Hoje em dia, é principalmente a cultura popular dos EUA e a economia da China que dão voltas ao mundo. «A recepção é possível sem influência, e a influência sem recepção.»[2] Quer dizer, um autor pode adaptar outra forma de expressão sem ter mudado o seu estilo, como aconteceu ao israelita Richard E. Sherwin, que escreve em inglês. Como ele foi inspirado por estilos japoneses, o inglês não teve influência nenhuma à sua obra. A problemática dos géneros e dos sistemas
Ao investigar as relações interculturais, surgem muitas confusões como o sistema de cânones, a periodização e os géneros literários. É complicado distinguir os géneros tipo novel, novelle e romance, porque em outras línguas há terminologias e estilos literários diferentes, que causam as confusões acima mencionadas. Por exemplo, a obra prima do Japão, a Gesta de Grenji, é escrita no estilo chamado monogatari. «Significa isto porventura que as outras literaturas devem ter monogatari como máximos expoentes literários?»[3] Ou por quê será que na China e no Japão não há tragédias na literatura? É porque o monogatari é propriamente japonês e a tragédia é ocidental. Tudo que chamamos literatura é um sistema bastante complicado, cujas fronteiras não estão precisamente limitadas e vão variando. «Os estudos intraculturais proporcionam-nos a possibilidade de compreender a natureza dos sistemas literários.»[4] A literatura existe antes de ter um sistema, quer dizer antes de ser criticada. Como aconteceu a Homero que antecede Platão e Aristóteles. Segundo o autor, Earl Miner, «um sistema literário nasce quando um ou vários críticos influentes definem a literatura de forma normativa.»[5] No Ocidente isto aconteceu na Academia ateninense, quando o Aristóteles converteu os ensaios do Platão e definiu a literatura em termos do drama. Hoje em dia, todos os sistemas literários são formulados em termos de lirismo. Há um só que é baseado no drama, o europeu, e não existe nenhum baseado na narração.[6] Supõe-se que existem três tipos fundamentais da literatura, os géneros, distinguidos pela primeira vez por Minturno e mais tarde por Milton. Podemos dizer que todas as obras têm traços dos dois outros tipos. Hoje em dia, existe a ausência de comparação e das normas de comparabilidade. Todavia, há vários tipos como se podem comparar umas obras. Por exemplo, há investigações sobre o heroísmo nas obras teatrais e romanescas, sobre o romantismo, realismo, etc. A criação das normas é essencial para o futuro da comparação. Por exemplo, não podemos comparar um escritor chinês e inglês que têm em comum só que viviam ambos no mesmo século e escreviam prosa, porque falta base suficiente para a comparação. «Todo o estudo requer dados, provas (elementos considerados pertinentes), uma tese e um método que permitiam controlar a tese através das provas.»[7]
Três modos da comparação
Earl Miner oferece três maneiras da comparação intercultural. A primeira dela chama «prova do estrangeiro». Esta procura factos menos familiares de uma outra cultura. O primeiro deles é o elemento probante e o outro posto à prova. Os dois são similares mas não precisamente comparáveis. A segunda maneira respeita as funções. Por exemplo, quando ao investigar epopeias chinesas, temos de lembrar-nos das funções principais da epopeia e só quando ver que corresponde à epopeia ocidental, podemos dizer que a comparação está concluída. A última compara fenómenos idênticos em várias culturas. Como são as antologias, colecções de obras essenciais de uma literatura, postos numa certa ordem. Investigam-se as suas identidades formais, que pode ser utilizado, também, para a explicação da origem do sistema poético, etc.
Podemos até comparar os factos que numa certa literatura não existem. Como é o drama no fim da Idade Média ocidental, a alegoria na literatura japonesa ou intolerância ao humor que existe noutros sistemas. Mas o maior problema da comparação «é o preconceito do provincianismo.» E o autor continua: «Temos muito que fazer para apressar a vinda dessa época, quer por razões de ordem intelectual quer para garantir a integridade moral da literatura comparada enquanto ciência humana.»[8] trabalho 2.parteA tradução
A partir dos anos 70, a linguística começou a dar valor à tradução. Quer dizer a vários tipos de traduções, examinando as palavras, limites da tradução, ensino e fins pedagógicos.
Estudos teóricos
A tradução ficou abandonada durante muito tempo. Principalmente por causa do receio das teorias, sobretudo das não-literárias. Só mais tarde os tradutores perceberam-se que não ter teoria nenhuma é também uma teoria. A tradução, bem como o estudo das traduções, começou a ser considerada uma arte e não uma ciência. Era complicado formular teorias e definir em que condições eram adequadas. Segundo Toury, os tradutores tentavam definir os fenómenos antes de os terem estudado. Deviam voltar às hipóteses para criar um conhecimento mais sistemático. «As distinções entre tradução, adaptação, imitação, ou entre as boas e as más traduções são, também elas, dados históricos.»[1] A examinação torna-se mais eficiente graças a novos tipos de teorias que são modelos descritivos, destinados a facilitar as análises.
A tradução em perguntas
Como a tradução não tem a tradição científica nem académica, os tradutores ainda hoje formulam perguntas ingénuas; se, por exemplo, o tradutor foi fiel ao seu modelo, se é realmente possível traduzir o Ulisses do Joyce, como se distingue um génio da tradução, etc. Todavia, também há perguntas muito mais básicas; o que é que é a tradução, como é que se faz, qual é a função da tradução na evolução da literatura, etc. Todas estas dúvidas caem a um tradutor ou crítico e não podemos dizer que são falsas. Para começar, é muito importante definir a concepção da tradução num determinado momento da história. Investiga-se por quem é feita a tradução, para quem é destinado, em que géneros, em que língua, etc.
O modelo sistémico
Considerando que os sistemas da comunicação utilizam línguas diferentes, crê-se que a natureza das suas relações não pode ser definida se forma exacta. A tradução depende das relações entre esses sistemas, da posição que o tradutor ocupa, que ele pode simulá-la, ou de combinação entre as convenções estrangeiras e as autóctones. Fala-se de processos tal individuais como colectivos. As relações entre os sistemas dependem sempre das circunstâncias e das situações. As literaturas mais estáveis têm tendências a transformar uma obra literária às suas próprias convenções. «Os tradutores evitam as obras demasiado estranhas, evitam os neologismos, o exotismo, as inovações estilísticas ou narrativas, os géneros vanguardistas, etc.»[2] Por outro lado, as literaturas e culturas em crise, absorvem as inovações todas, mantendo as características das obras importadas. Assim até podemos previr as traduções, vendo a compatibilidade do sistema em presença. Mas, claramente, estas previsões nunca são absolutas. «A questão da possibilidade da tradução torna-se, assim, uma questão histórica e relativa.»[3] Depende só do tradutor e dos meios e concepções dele. A interpretação sistemática das traduções é global e aberta. Respeita os nomes próprios, a versificação, as técnicas narrativas, etc. A tradução é individual para cada cultura ou literatura. Uma definição universal, sem uma determinada história, seria absurda. As teorias linguísticas estudam as normas que tem o investigador sobre o objecto, e não as normas do objecto como tal. O texto de partida (o original) é considerado evidente e seguro, enquanto o texto de chegada (a tradução) refere a vários modelos. O texto de partida pode ser até ignorado pelo tradutor, ou mais, o texto original pode não existir, quer dizer ser completamente imaginário, como é na pseudotradução. Há um esquema que mostra as relações entre o papel na produção e elaboração das traduções. Caracteriza uma situação cultural determinada, as categorias textuais, a sua distribuição, etc. Cada tradução representa uma concretização desse esquema, tendo as suas prioridades individuais dependentes ao investigador. Aqui surge a pergunta se a tradução devia ser adequada ou «só» aceitável. Assim repara-se na fidelidade do tradutor. Isto faz-nos crer que nenhuma tradução é coerente. Deviam ser estudadas as tendências linguísticas, morais, artísticas, etc., que obriguem o tradutor tomar uma posição num momento do processo. O objectivo é estudar os motivos e as normas que orientem os tradutores e não os investigadores próprios nem os textos. Even-Zohar dedicou-se ao estudo da literatura traduzida como tal, que ela tem as suas normas e os seus modelos. As traduções não devem ser separadas do sistema linguístico. Têm de ser incluídas nele e ser analisadas as relações entre eles, se a tradução é tradicional ou inovadora, e em quê. Mas por a tradução num sistema de chegada é relativamente complicado. O sistema da literatura traduzida não é estável, nem coerente. O texto importado pode sofrer crises e conflitos. A hipótese que o texto traduzido tem o próprio sistema surge a questão «onde situar as traduções em e entre as obras literárias, em e entre as literaturas?»[4]
A literatura traduzida como sistema intermédio
A tradução deveria analisar a própria tradução, tal como as literaturas. As traduções recente trazem, muitas vezes, uns traços estranhos que chocam e mostram a origem do texto importado. Assim têm marcas do sistema intermédio, ou seja palavras e figuras de estilo. A selecção dos textos e o método da tradução mostram o carácter aberto ou a fechado da língua receptora. Umas literaturas jovens, por exemplo as da África, desenvolvem-se por géneros importados. Muitos investigadores tratam da compatibilidade entre os princípios textuais e genéricos dos sistemas em contacto. Um género tem outra hierarquização na literatura diferente. Quando surge um conflito grave, os investigadores costumam transformar as marcas renovadoras em convencionais e ao contrário. Os sistemas intermédios eram explorados por Vítor Hugo, Vigny etc. Estes queriam criar um teatro experimental sem regras nenhumas e até excluir o drama das Belas-Letras. Em todas as literaturas e todos os momentos históricos há, também, traduções indirectas. São o resultado do desenvolvimento da literatura e de interligações que tem uma a outra. Assim formam grandes grupos das literaturas.[5] A maior parte das literaturas importa as obras mais «exóticas» através doutra língua estrangeira à obra original. Esta dupla tradução é típica para transformação das literaturas orientais às ocidentais. A investigação das mudanças na obra, causadas por várias traduções, deveria evoluir em descrição desses factores literários, como é já possível, por exemplo, na economia. «Ou melhor, deverá dar uma ideia estrutural das estratégias literárias à escala mundial.»[6]
Trabalhos e projectos
Vários trabalhos, bibliografias e monografias sobre a tradução já foram escritos. São, principalmente, guias para uso dos investigadores. Todavia, faltam-lhes bases explícitas e coerentes ou coordenação. Uma das investigadoras mais conhecidas é Marie Delcourt, a autora de traduções francesa do teatro grego. As traduções mais impressionantes vêm do Leste onde a arte da tradução tem a tradição longa e muito rica. As colaborações entre os países de Leste e vários centros novos (Telavive, a Bélgica, a Holanda, o Canadá, etc.) estabeleceu umas possibilidades completamente novas. Dentro da Associação Internacional de Literatura Comparada foi criado um Comité de Tradução, que investiga a história das traduções nas culturas diferentes. trabalhocomo nao fiz nada em braga, a minha profa ficou bue de chateada e tive que fazer um trabalho sobre a teoria da literatura. foi uma seca. escrevia e nem sabia o que porque nao entendia nada daquela m....! mas ontem finalmente o acabei e hoje entreguei...entao ponho o aqui se voces querem ver a desgraca :)
depois do acabar fui tomar uns copos com o martin e a jolana para me distrair :) hehe. podem imaginar....
ta bue de frio aqui! ja vao comecar os negativos!! tou morrer! quero portugal!!!
mas finalmente tenho a net em casa entao espero vos encontrar mais no messenger :)))
bjs
Teoria Literária
A sociologia da literatura, a tradução e os estudos comparados interculturais
Baseado no livro Teoria Literária – Dom Quixote, Lisboa 1995
Veronika Baudyšová
Sociologia da literatura
A sociologia da literatura é um complexo heterogéneo de várias ciências sociais, como é a história, psicologia, filosofia etc. Propõe a crítica filosófica e ideológica e não é surpresa que, por vezes, há ideias completamente contrárias e delimitações insatisfatórias. É composta de duas disciplinas principais: a sociologia da literatura e a sociocrítica, interessando-se por tópicos idênticos, com as preocupações radicalmente opostas. Todavia, articulam-se entre si assim tanto que não podem ser consideradas independentes.
Perspectivas críticas heterogéneas
Segundo Albert Memmi, a sociologia da literatura estava nos anos 60 bastante atrasada. Não havia nem a hierarquização nem formulação dos problemas. R. Escarpit, um dos fundadores da moderna sociologia da leitura, declarava que se devia estudar o público que acolhe uma obra literária, as categorias sociais, distinções entre as suas variedades[1] ou as relações económicas, como a invenção da tipografia. As teorias do Escarpit foram aprofundadas pela Escola de Constança, considerada um prolongamento do Círculo Linguístico de Praga, principalmente da obra de Mukařovský.[2] O texto era considerado objecto estético. Noutro lado, Pierre Bourdieu distinguia a distância estética, o espaço entre as expectativas do leitor e a nova forma estética. A Escola concentrava-se à margem da sociologia da literatura, às interferências extraliterárias. Jacques Leenhardt e Pierre Jósza chegaram a uma conclusão. Baseando nos inquéritos entre os leitores franceses e húngaros, constituíram dois níveis da distinção: os atitudes intelectuais e os investimentos de valores. A sociologia empírica, segundo A. Silbermann, H. A. Fügen e K. E. Rosengren, entendia o texto literário como catalisador de processos sociais. A análise dos conteúdos diz que «a obra literária é um documento histórico que fornece testemunhos directos sobre a realidade das sociedades em causa.»[3] P. Henry e S. Moscovici agruparam as palavras ou fragmentos em categorias temáticas e classificações por itens. O número de palavras em cada grupo mostra a intensidade da atitude do texto. A sociologia empírica interessa-se por factos sociológicos que a obra literária represente e não pela especificidade do texto de ficção. A sociologia dos géneros literários estabelece a relação entre a evolução das estruturas sociais e o aparecimento de novos géneros literários. É caso do romance, baseado no conflito entre a interioridade e a aventura e então, entre o homem e o mundo. A personagem do romance é sempre problemática mas de valores autênticos. O género foi criado por escritores individualistas no mundo de convenção e conformismo.
As grandes mediações
Hoje em dia os autores seguem só regras da tradição artística ou intelectual. Os antecessores deles tinham de servir a várias regras académicas, a censura moral ou a uma igreja. Isso libertou-se só no século XIX com a chegada da classe burguesa. Segundo Bourdieu, Instituição da literatura trata do carácter normativo e das determinações históricas, quanto campo esclarece a natureza e concentra a nossa atenção na lógica objectiva das práticas correspondentes.
Quanto às mediações linguísticas, a mudança de linguagem é elementar para estabelecer um discurso legítimo num certo mundo social. Bourdieu divide a questão de língua em três níveis: 1) Unidade política e social trata de um novo conceito de nação e da emergência de mercado nacional que supõe umas mudanças jurídico-linguísticas. O processo de transformação política do estado identicamente traz uma unificação de língua. 2) A produção de sentido tem de ser analisado em função do trabalho, tomando em conta o nível discursivo, textual, tradições gestuais e folclóricas etc. 3) A literatura é um sistema que fica fora, acima ou à margem dos discursos, sendo suportada por vários factores. Uns deles são macrossémioticas correspondentes à línguas naturais (francês, espanhol, inglês...). Estes determinam uma primeira visão do mundo. Enquanto, microssémioticas constituem umas experiências múltiplas e contraditórias. Assim enriquecem as macrossémioticas de visões contraditórias.
A sociocrítica
O estruturalismo genético é representado por Lucien Goldmann e a sua modalidade de consciência, que é a visão do mundo por um grupo específico. Na intertextualidade do Jacques de Leenhardt baseia-se a sociocrítica. Interessa-se por autonomia crítica do indivíduo e pela organização interna dos textos e o seu funcionamento, tomando em conta as relações inter e intratextuais. É por isso, que a disciplina ultrapassa as fronteiras da semiótica imanente. O discurso social tem a matéria linguística caótica e instável, mostrando assim a origem do discurso. Cada sociedade tem os seus discursos especializados bem como as formas interdiscursivas, quer dizer vários símbolos colectivos ou «metáforas que uma sociedade projecta às suas acções.»[4] Ideossema tenta procurar respostas a perguntas do género «como se articulam prática social e prática discursiva ou prática de escrita?»[5] Este organiza o texto em várias estruturas baseadas nas diferentes problemáticas sociais. «O ideossema é concebido como um articulador simultaneamente semiótico.»[6]
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